quem sou eu...

Gustavo Corrêa, 19 anos, curso Jornalismo na Famecos (PUC/RS), gosto de música,filmes, futebol, festas e odeio falsidade, tédio e engarrafamentos

ritalin will make me smart

:

:

:

links...

Kung Fu Records

Epitaph

PUNKnet

t e n . f o o t . p o l e

PUNKnet

Pennywise

Cinemagia

Mundo Perfeito

Adoro Cinema

Capsula Zine

TERRÖTTEN RECORDS

Falae

yahoo! movies

Observatório da Imprensa

NUFAN website

Fraude

Fat Wreck Chords

Comunique-se

outros blogs

Suburbana

m a r t e l a d a

p o e t e r o

Srta. Alien

blog da gabi

Pessoal e Intransferível

Blog da Julianaa

zurich's true beauty

Mingau

única

Preto, Pobre e Suburbano

blog do coiote

generico incolor

polzonoff

>

vagalume

Vida +ou- (Parte II)

ARQUIVOS DO RITALIN

 

 

Quarta-feira, Outubro 29, 2003

EU NEM DEVIA TER POSTADO ISSO!

Depois de acabar de fazer a resenha de comunicação comunitária, estou meio cansado para postar algo sério, mas estou com vontade de postar. Portanto, me restou ir escrevendo e torçendo para que repentinamente surja algo na minha mente(rima, 1 ponto).

Nesse momento escuto uma música da minha banda, Out of time. Nessa gravação ela está acústica, porque todas músicas que componho são registradas no meu pc em forma de wav ou mp3,tocando com o violão. Na verdade ela é um reggaecore(hehehehe). esse fim-de-semana gravaremos em estúdio outra faixa, I'm never wrong. É claro que temos algumas em português, como o hit Malanderson, já disponível em gravação ao vivo e tosca para conhecidos.

postado por: tenfootpole 9:31 PM Palpites:


Segunda-feira, Outubro 27, 2003

FARELOS

Sabe quando você está comendo bolacha recheada, daquelas bem farelentas, e deixa uns farelos caírem em cima da mesa. Embora haja mais bolachas na embalagem, você não se controla e tasca os farelinhos de cima da mesa. O seu azar é que eles parecem ser mais antigos e ter um gosto diferente da bolacha que você comia.

Agora já estão no estômago. Espero que a morte seja rápida e indolor como a de um amigo meu, com quem mantenho contato(comeu um farelo de Bono).

postado por: tenfootpole 4:53 PM Palpites:


NO FUN AT ALL E OS FANÁTICOS

Já que andei falando tanto sobre deus, aqui vai um som muito ilustrativo que versa o assunto religião. A música é do No Fun At All, banda Sueca de hardcore que depois de lançar dois grandes álbuns(no straight angles,out of bounds), parece ter perdido a inspiração e devido a isso encerrou as atividades no começo de 2001. Mesmo assim, do 1º cd tiram-se pérolas como esta abaixo:

Believers

I've got a problem and I don't know what to do
I get molested by the people who believe
They run around and bother everyone they see
Somebody stop them I don't care what it takes

Please leave me alone
Please leave me

I'm tired of the believers
I'm tired of listening to them talking of heaven
I'm tired of the believers
I'm tired of listening to their endless boring song
You'll be happy come get salvation
(I'll be happy when I smash your face in)

I take a step and then I hear the little bells
Some bald fanatics try to make me buy their books
I take another step and hear the tambourine
If you're a good boy you won't end up in hell

postado por: tenfootpole 4:01 PM Palpites:


Domingo, Outubro 26, 2003

Frase do dia: O Júnior nunca precisou provar para ninguém que é homem.

postado por: tenfootpole 11:54 PM Palpites:


Muitas provas nessa semana que passou e muitas resenhas e trabalhos por vir. O semestre passa e já garanti praticamente uma g2, em foto. Já estamos entrando em novembro! 1 mês de aulas e já era, vou me esforçar ao máximo para evitar qualquer outra recuperação, me liberando da faculdade no fim de novembro.
Bom, de volta ao jogo.

postado por: tenfootpole 7:10 PM Palpites:


Quarta-feira, Outubro 22, 2003

Cena do filme "Nascido em 4 de julho", entre Tom Cruise (que interpreta um veterano da Guerra do Vietnã, Ron Kovic, aleijado por ela) e sua mãe:

Ron volta completamente bêbado de uma noitada com os amigos, e ao chegar desafia sua religiosa mãe. Segurando um crucifixo, questiona:

-É nisto que acredita mãe, não é? pois eu, não! Não acredito Nele, pois só passou 3 dias na cruz. Já eu terei que passar o resto da vida, queria morrer como ele!

O que um paralítico pensa quando se trata de religião? Se Deus é bom, por que motivo aleijou-o? A fé pode dar sentido à vida dele? ou o suporte a ser buscado é em sentimentos de esperança, não relacionados diretamente com Deus?

Fosse eu paralítico buscaria outras formas de consolar-me e viver normalmente, dentro das possibilidades. Ou será Deus algo criado para dar uma ultima opção aos desesperançados?

OBS: O objetivo primordial do Post é refletir acerca da religiosidade. Não pretendo atingir pessoas aleijadas, apenas tratar do assunto DEUS como recurso de salvação e amparo, idéia da qual discordo.

postado por: tenfootpole 5:24 PM Palpites:


Domingo, Outubro 19, 2003

ZERO HORA
PORTO ALEGRE, DOMINGO, 19 DE OUTUBRO DE 2003

A Zero Hora é o jornal de maior circulação no Rio Grande do Sul e não contesto seus méritos, pois não conquistaram esse prestígio por acaso. Sou leitor da mesma já há alguns anos, sempre buscando posicionamento crítico acerca das notícias publicadas, visto que hoje em dia não se encontram publicações neutras que não estejam predispostas a defender seus próprios interesses.

É indispensável a um estudante de jornalismo saber contextualizar empresas de comunicação e suas aspirações, para então ponderar e refletir sobre o que é publicado, compactuando ou pensando: "tá, mas cadê o outro lado da questão".Essa introdução serve como premissa para a análise de um artigo da ZH de hoje.

No espaço reservado ao Conselho do Leitor surge a conjetura pertinente. Inicialmente, transcrevo um comentário de Marcelo Rech, diretor de redação do jornal:

"O dever de Zero Hora é o de noticiar todos os fatos relevantes da economia, otimistas ou pessimistas, especialmente aqueles relacionados ao mercado gaúcho. No entanto, entre os cuidados na seleção dos assuntos, ZH procura, dentre uma floresta de más notícias, destacar os exemplos positivos para mostrar que a vida não é só tragédia. A personalidade do jornal não é negativista nem mal-humorada. Sabemos, também, de nossa responsabilidade na publicação de informações que possam agravar a dificuldade de uma empresa. Se um banco, por exemplo, não está bem, publicar de forma irresponsável a notícia poderá provocar uma corrida dos correntistas em busca de seu dinheiro - e isso pode inviabilizar uma solução para a crise."

Será a ótica otimista mais indicada que a realista?

Se a maioria das notícias dão aspecto negativo ao espectro econômico brasileiro, estas deveriam predominar. Mascarar a realidade é a forma mais singela de manter a atual situação. Já há algum tempo é percebível a insistência do jornal em frisar o crescimento das empresas, implicitando diversos aspectos negativos da economia, só publicados quando contumazes e imprescindíveis à manutenção do crédito do grupo RBS. Marcelo Rech fala que o jornal não quer parecer pessimista, não estaria ele tornando-se um otimista mentiroso, na medida em que omite a realidade predominante?

postado por: tenfootpole 7:19 PM Palpites:


Sexta-feira, Outubro 17, 2003

JORNALISMO ATUAL

"os jornais diários, que tão cientificamente desenvolveram a capacidade de fazer, precisam, urgentemente, arranjar maneiras de enxertar, nas redações, a capacidade de pensar. Porque a produção e o relato da atualidade deixaram de ser coisas simples. Adquirir complexidade que vai bem além do conceito que entende e trata a notícia como simples mercadoria vendável."

Muito interessante esse fragmento retirado do texto de Carlos Chaparro, veiculado no Comunique-se.

Ele demonstra essa tendência mercadológica do noticiário que muitos vêm criticando já há algum tempo. Sob essa ótica,a apuração de informações dá lugar a publicação espontânea do fato, sem formar um texto essencialmente informativo.

postado por: tenfootpole 2:58 PM Palpites:


Quinta-feira, Outubro 16, 2003

Uma das sensações mais horríveis quando se dialoga com alguém é essa pessoa estar com mau hálito. Os ingleses que o digam.

postado por: tenfootpole 5:33 PM Palpites:


Quarta-feira, Outubro 15, 2003

É... Complicado estar em um curso onde notícias como essa tornam-se cada vez mais comuns. É fato que não só o jornalismo como as mais diversas áreas da comunicação são assoladas por demissões em massa, o temeroso é sentir o momento de tornar-se propenso a isso cada vez mais próximo.

Todos mercados experimentam e acostumam-se à crise atual, entretanto, convivo em meio acadêmico, e embora ainda não esteja inserido no mercado profissional jornalístico, lamento observar que nomes bem cotados e admirados na mídia estejam entre os despedidos pela Band.

Se figuras consagradas e(ou) premiadas não estão seguras nesse contexto, o que será dessa geração da qual faço parte? o mercado abrigará futuros jornalistas do RS apenas por seu módico custo, descartando-os quando tornarem-se "caros"?

Se não posso mudar as vicissitudes do mercado, posso me tornar mais resistente a elas, e é nisso que me engajarei cada vez mais.

P.S(só mais um pouco de pessimismo, por favor):E o ano que não parece ser bom para as comunicações ainda alimenta outras más notícias, por meio de boatos. Um desses dá conta de que a maior rede de comunicação do sul do Brasil está por fazer sua limpa também, e ela ocorreria nos próximos dias...

postado por: tenfootpole 6:14 PM Palpites:


Terça-feira, Outubro 14, 2003


Para quem não me conhece sou o bisonho da foto, no centro. O de óculos é Mateus Aguilar, vulgo Micuim, o outro é Vitor Rodrigues. Dois dos meus colegas de Congestão, programa apresentado de segunda à sexta na RadioFam, das 13 Às 14hs.Mais detalhes, entre nos links inseridos nas palavras.

postado por: tenfootpole 10:39 PM Palpites:


Nossa, sem noção o tempo que já passou desde que postei aqui pela última vez. Mais precisamente, 1 mês e alguns dias (nem tão preciso assim na verdade) destravaram-se com minhas palavras e idéias ausentes do www.tenfootpole.blogger.com.br. Onde estive? Aqui em casa, e não tenho desculpa alguma para dar, como estar com o computador estragado, sem internet ou mais uma dessas que justificariam essa ausência.

Nesse tempo todo muitas coisas legais aconteceram, outras nem tanto. Decepções, alegrias, decepções de novo, livros, provas.. coisas tão diferentes que se agrupam em um grande bloco de sentimentos e obrigações. Acho que todos vivemos cercados por essas condições, premissas e ideais adquiridos ou impostos pelo que se passa ao nosso redor.

Mas sejamos francos, se não houve qualquer impecílio, por que não apareci mais por aqui? Um mês e alguns dias poderia ser interpretado como férias, mas não, estou em plena atividade curricular e extra-curricular. Realmente, a desculpa para tudo isso é a falta de inspiração, ou excesso de gasto da mesma em outras situações.

Quando você parece encontrar outras coisas para fazer (rádio, música, leitura, trabalho, prova,festa,futebol), há um momento em que algo é deixado de lado, pelo menos enqüanto estiver difícil manter o resto. Tive essa dificuldade, e quem acabou sobrando foi o blog. Até porque não sou uma pessoa capaz de se abrir com a mesma facilidade que muitos bloguenistas espalhados pela web. Outros, optam por discorrer acerca de política, economia e cultura, bastando estarem bem informados para conseguirem manter o blog em atividade.

Eu não. Leio o jornal diariamente e disponho de conteúdo suficiente para criticar bandas de alguns estilos. Entretanto, acho isso enfadonho para a maior parte do público que costuma freqüentar meu blog.Então, Decidi mandar resenhas de cds e opiniões de música diretamente para sites como esse.
Aqui escrevo apenas observações do que se passa, sem qualquer sentido lógico, passível de explicação.

Esse texto demonstra muito do que é minha produção textual: confusa, introspectiva, simplista, circular. Lendo-a você terá a impressão de estar girando, talvez desista no meio do caminho, porém, se chegou até aqui pergunta onde exatamente quero chegar?

Se bem me lembro explicava porque deixei de postar aqui. Creio que em algum lugar aí em cima isso foi falado, se não foi, paciência. Metaforicamente a vida é assim, nem tudo que queremos que seja falado o é, ou então, até é, mas não da forma que gostaríamos ou seríamos capazes de entender.


P.S:Depois de postar o texto com erros e dar uma pequena revisada, modifiquei algumas coisas nessa edição. Essa idéia final ficou meio incompleta... Mas não vale à pena tentar complementar se nada melhor vem à mente. Agora vou estudar para a prova de Foto amanhã. Até mais, creio estar de volta.

postado por: tenfootpole 10:32 PM Palpites:


arquivo