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Gustavo Corrêa, 19 anos, curso Jornalismo na Famecos (PUC/RS), gosto de música,filmes, futebol, festas e odeio falsidade, tédio e engarrafamentos

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Segunda-feira, Novembro 24, 2003

HULL

Flexionou os joelhos, parecia que iria se erguer, mas não. Voltou à posição anterior, deitado em sua cama. Na estante, diversos livros das mais variadas espessuras, todos com algum tipo de marcação, mostrando que ele chegara a pelo menos iniciá-los, porém, o quão distante esse ato teria ocorrido era algo indedutível. Poderíamos obter essa informação de outras fontes, mas nesse momento esqueçamos os livros e focalizemo-nos no personagem, que permanece estirado, imóvel, agora.

Chama-se Hull. Somente Hull, como costuma dizer aos poucos que perguntam. Não costuma sair de casa, apenas quando decide alimentar-se, o que não é tão freqüente, e isso deduz-se do estado de seu corpo. A anatomia de Hull assemelha-se a de um defunto em fase de decomposição, não fosse a manutenção dos sentidos humanos diria-se que ele está morto. Seu contato com o mundo exterior resume-se ao precário aparelho de TV, preto e branco, talvez um indício da falta de cores em sua vida.

Não, ele não foi sempre assim. Em um passado distante, era visto incontáveis vezes próximo à vila Reben. Ninguém sabia o que fazia lá, porém, ao menos mantinha uma aparência agradável e sorridente, chegando inclusive a obter algum sucesso com as mulheres. Começou a lhe ser imputada a fama de homossexual, pela quantidade de investidas que lhe tinham sido contempladas, todas negadas, inclusive aquelas das quais não se depreenderia nenhum motivo coerente para tal. Um incompreendido, dirão os mais sensíveis; uma bicha, dirão os mais diretos. Os primeiros estão mais próximos da verdade do que os segundos.

O grande mal ao qual Hull foi submetido tem um nome: desilusão. Ele amou como nunca Jana, recebendo em troca a mais perversa indiferença imaginável. Devotou-lhe períodos extensos de atenção exclusiva, chegando inclusive a tentar ler mais para aperfeiçoar sua leitura, e quem sabe, redigir um poema capaz de encantá-la. Mas isso demorou, e como. A mente de Hull sempre foi alheia à romantismo. Escrevia contos com admirável fluidez e criatividade, pois adquirira uma forma materialista de texto que parecia favorecer-lhe. Seu grande drama situava-se na elaboração de algo subjetivo, e quem sabe, com um pouco de nebulosidade, para assim conquistar Jana sem parecer tão explícito, o que tiraria a aura de mistério que seduz nesse sentimento chamado amor. Enxergava esse como um estado de espírito, pelo qual sairia do mar de intranqüilidade no qual estava permanentemente mergulhado desde que a conhecera.

A indiferença de Jana era explicada pelo seu sofrimento. Em menos de quatro anos perdera todos seus entes queridos, em mortes com acentuado caráter de crueldade. O pai e a mãe morreram em um acidente de carro, no qual ela encontrava-se no banco de trás e assistiu aos trágicos falecimentos. Salvou-se por milagre, ou por castigo divino, como ela repetiria inúmeras vezes nos anos advindos. Em um desses, sofreu mais uma vez. A irmã mais velha, que era tudo que lhe restava, sucumbiu à responsabilidade proveniente de sustentar uma família, quando não possuia resistência emocional para sequer se reerguer do impacto das mortes.
Suicidou-se. Depois disso Jana tornara-se incapaz de gostar de alguém, atingida pelo medo ostensivo da perda.

Hull tentou durante anos ininterruptos romper essa resistência de Vana, mas ela era muito grande para ele ou qualquer outra pessoa que se arriscasse. Submetido à frustração, decidiu então se esconder, derrotado. E é assim que ele está agora, destruído, conformado com a derrota. Pobre Hull, pobres estes que declinam perante as dificuldades.



postado por: tenfootpole 8:12 PM Palpites:


Doceria

Cara, começo a planejar as férias, que estão mais do que nunca próximas. por um lado quero terminar esse semestre da faculdade, ao qual já não consigo dedicar atenção suficiente. Por outro, visualizo dias de tédio insuperável a seguir, o que, embora me anime inicialmente, certamente começará a incomodar mais para o fim de dezembro. Trabalhar meio turno até não seria uma má idéia, mas não me anima a possibilidade que tenho por enquanto, de atendimento de balcão em doceria. Não tenho essa fixação, que muitas pessoas têm, por tortas e quindins, embora os aprecie. Portanto, não representa nenhuma vantagem para mim o fato de ilimitada quantidade deles, já que comeria um pedaço de torta e estaria satisfeito.

postado por: tenfootpole 12:29 PM Palpites:


Quinta-feira, Novembro 20, 2003

Mike Clóvis (Parte 2)

Bom, mas voltando à festa. Titia Alinari completava 40 anos, que por algum motivo parece ser muito mais que 39. Ela não via dessa forma. Considerava toda e qualquer maneira de estigmatizar algo uma bobagem, portanto, desprezava chavões como o termo "quarentona", e todos parentes que lhe diziam isso eram desaprovados de algum jeito.

Mas a pessoa para qual devemos nos voltar não é ela, e sim Mike. O garoto pererecava de um lado para o outro, infernizando tias-avós provenientes dos mais diversos cantos do país. Ao ver Mike, elas comentavam algo do tipo: "Nossa, como cresceeeeeu". ou "Lembro quando era um nenezinho, mas tá bonito esse guri". Outras vinham com aquele papo de semelhanças, que era o mais irritante para o menino, pois ele odiava seus pais, jamais iria querer parecer com um deles. Quem iria querer parecer com um gordo sociólogo bebum, ou com uma dona de casa sofóloga (especialista na arte de ficar sentada em um sofá)? Bom, ele não desejava. Talvez por isso começou a desprezar suas tias-avós, sacaneando-as das formas mais diversas. Contudo, o arruaceiro era sofisticado e não poupava esforços para atormentá-las de forma incomum, diferentemente de crianças chatas e super-ativas, que fazem coisas bobas e previsíveis.

Mike era admirável em seus atos. Ao invés de esconder uma dentadura, ele a deixava ali, pois uma só tia sacaneada era pouco. Gostava de enfurecer várias em um único lance e suas brincadeiras eram pensadas antes mesmo de iniciadas as festividades, para obterem efeito mais satisfatório. Cadeiras acolchoadas eram abertas discretamente e umidecidas com água, de modo que as tias sequer reparariam em suas bundas molhadas, somente quando informadas ou caçoadas por alguma das outras crianças. Nenhum dos adultos sabia da personalidade forte e esperta do garoto, visto como um pivete malvado e indócil, inclusive por seus próprios pais. Ele mantinha essas características incólumes, escondendo apenas um traço que começava a se desenhar, sua indiferença proeminente. Tudo ao seu redor era banal, levando-o a desprezar todos e todas, exceto sua tia Alinari. Sentia-se ouro na merda, que parecia se avolumar a cada nascimento, e diminuir a cada morte.

Não simpatizava com a idéia de matar, porém. Não comecemos a tomar o garoto como psicopata em desenvolvimento, pois ele não o era. Não deixava de ser conivente com matadores, mas não queria se tornar um deles. Todas essas hipóteses povoavam a mente de Mike, ainda com 10 anos.

postado por: tenfootpole 8:40 PM Palpites:


Mike Clóvis (Parte 1)

Lá vinha Mike para mais um dia de folia na casa da titia. Ele era o preferido da tia Alinari, ela adorava o jeito dele falar e as caretas que fazia para assustar seus priminhos e priminhas. Mike tinha um estilo todo próprio de difamar alguém, ele não poupava xingamentos e durante sua infância problemática adquirira subsídios para isso.

Seus progenitores não possuiam o que poderiamos chamar de bons modos, na mente doentia e conservadora de nossos avôs e avós. Seu pai era um veterano de bar, com mais de 50 anos de experiência e pança equivalente multiplicada por 2 (150 kg com pelo menos 100 de pança). Chamava-se Adão Clóvis e lecionava sociologia na PUCRS, sendo conhecido por seus discursos prolixos e revolucionários, que a maior parte dos embestados alunos não ouvia ou fingia não ouvir. A mãe não mereceria sequer citação, tamanha sua submissão e insignificância, porém, como não quero confundir o leitor, diria que ela conhecia a programação televisiva da tarde como poucos. Nívea inclusive já pensara em escrever para um desses programas, mas desistira, cansada demais para ir até o quarto buscar uma caneta.

Nesse ambiente surgiu Mike Clóvis, um nome capaz de fazer tremer todos que o cercam só pela estranheza de sua junção. Mike foi uma homenagem direta a um famoso cientista político que só Adão conhecia, e Clóvis vem do segundo nome do professor. O garoto cresceu fadado à indiferença e omissão por parte de seus pais, ocupados demais com seus vícios entorpecentes e superficiais. Enquanto adão bebia e Nívea vegetava, ele treinava cânticos modificados para blasfemar em sua aula de cultura religiosa, e também começava a estabelecer contatos com àquela que seria uma grande admiradora, sua Tia Alinari.

Alinari era a irmã mais nova de Nívea, e ao contrário dessa, era extremamente independente e sábia. Opinava nas mais diversas áreas e possuía aversão a toda e qualquer idéia capitaneada pelas redes de televisão de massa. Em um plano doentio de sua personalidade, admirava Mike por sua maldade e repugnância, vendo nessas características as premissas para formação de uma genialidade, até então latente. Considerava o menino um futuro líder pela sua capacidade autodidata, encorajando-o a ampliar suas formas de humilhar e envergonhar os outros.

postado por: tenfootpole 2:01 PM Palpites:


Segunda-feira, Novembro 17, 2003

POST MEIGUXO

Bá, semanas de sofrimento em evidência. Nessa terei a maldita prova de Foto, na qual preciso tirar 10 para passar em g1, mas me contento com uma nota acima de 7, que me deixaria mais tranqüilo na g2. Ainda há alguns trabalhos para sistemas, comunicação comunitária, rádio, português,etc. Enfim, hoje vou dedicar-me inteiramente há alguns deles.

Pô, eu não gosto muito desse esquema "blog-diário", mas aí vão algumas idéias do findi:

- Sábado dediquei boa parte do dia a complementar o trabalho de comunicação comunitária, que agora falta apresentar.

- A noite foi bem legal no sentido de ter tomado umas cevas e conhecido gente legal. Fui no Gordo's Festival, com shows de hardcore e outros estilos. Porém, em matéria de bandas o festival esteve meio fraco. Alguns pontos altos como Banzai! e FxDxPx, outros fracos como uma banda de Hard Rock com um vocalista parecido com o Lenny Kravits, que embora até tocassem direitinho o estilo a que se propunham e agradassem boa parte da platéia, tinham músicas próprias bizarras e aqueles vocais em falsete berradinhos me incomodam.

- Na questão "ambiente" a noite foi ótima. A quadra da acadêmicos da orgia se revela um bom lugar para abrigar shows de punk rock em relação aos demais. A quadra é espaçosa e a temperatura contribuiu para a boa acolhida. Conheci pessoas bem bacanas(Samantha, Camelo e especialmente a Lari, a garota que chama a atenção de todos(as) hehehe), dei alguns foras(desculpa aí, Samantha! uhaiehiuhae) e consegui uma carona de volta pelas 5 e poco, o que foi um alívio, pois ia ser foda ter que voltar de ônibus. Só foi ruim quando acabaram as cervejas, e tive que beber Kaiser (gelada, pelo menos).

Então é isso meu diário, espero que seja a última vez que eu tenha que te chamar assim.

postado por: tenfootpole 1:19 PM Palpites:


Quarta-feira, Novembro 12, 2003

A mari citou o aniversário do depósito de teatro em um comment do post anterior. Para quem curte, muitas coisas bacanas, vale à pena conferir. Dá uma passada no blog da garota que lá tem tudo.

postado por: tenfootpole 4:33 PM Palpites:


Terça-feira, Novembro 11, 2003

FACE TO FACE(1991-2003)

Todas bandas seguem um rumo repleto de bons e maus momentos. Mesmo assim, algumas se diferenciam por sempre manter uma quantidade de fãs, que queiram ou não, é o atestado mais confiável para se medir a qualidade de uma banda. Isso não significa que uma banda com muitos fãs seja obrigatoriamente boa, senão não teríamos um underground tão interessante, indiferente aos gostos musicais da maior parte da população.

O Face To Face sempre despertou interesse em diferentes públicos em suas diferentes fases.

A banda foi formada no começo dos anos 90, contando em sua formação com o integrante que ficaria até o fim: Trever Keith(vocal e guitarra). Rob Kurth(bateria) e Matt Riddle(Back-vocal e Baixo) completavam o trio. Iniciando a carreira na Dr.Strange Records, lançaram lá seu primeiro cd: Dont Turn Away. A música que intitulava o álbum ajudou-os a adquirir prestígio na cena Punk Roqueira,tornando-os uma das primeiras bandas a assinar com a Fat Wreck. Mais um guitarrista se juntou aos californianos: Chad Yaro. Lá relançaram o cd, com mudanças apenas no encarte. Aí aparecia um Face To Face Direto e melódico, com guitarras pesadas e linhas vocais excelentes, como "Nothing New","I'm Trying" e a clássica "Disconnected".

Em 1995 lançam Big Choice onde mantém postura semelhante a do álbum anterior, ampliando um pouco o lado emocional de suas músicas, especialmente em faixas como "A-OK", "Sensible" e a maravilhosa "You Lied". Nesse também é feito um cover de "Bikeage", Do Descendents, mostrando uma das influências dos caras junto com Social Distortion, Bad Religion, Adolescents, e outras inspirações menos flagrantes nesses primeiros álbuns, reveladas em Standard and Practices.

Matt Riddle decide deixar a banda em 1996, dando lugar a Scott Shiflett, que ficaria com o Face To Face até seu término. Nesse ano é lançado o terceiro e mais vendido cd da banda, auto-intitulado. Provavelmente o disco de maior sucesso no conjunto crítica-público. O lado emocional aflora ainda mais, prenunciando a grande mudança que ocorreria no cd posterior. Destacam-se "Blind", "Resignation", "Handout" e "Complicated", entretanto, esse é um cd impróprio para se nominar as melhores, visto que quase todas são ótimas.

Faltava algo à banda? Sim, e os caras sabiam. Em 1997 é lançado o álbum ao vivo, ainda com Rob Kurth na formação. A quantidade de hits da banda é demonstrada na seleção dos sons a serem tocados para gravação desse álbum. "Resignation", "Nothing New" e "Handout" são algumas das faixas preteridas. Entretanto, a gravação ao vivo é incrível e é demonstrado o carisma da banda frente ao público. Antes da gravação do cd subseqüente, Pete Parada substitui Rob Kurth na bateria.

Standards and Practices é lançado em 99, fora dos EUA, e em 2001 na terra natal dos rapazes. O Face to Face sempre teve grande alcançe em locais como o Japão. Nesse cd, com uma sonoridade mais leve, especialmente na velocidade, tocam inflências das mais distintas, desde expoentes do emo antigo (Jawbreaker) e do Punk Rock (Ramones),até grandes nomes do pop (Duran Duran). No mesmo ano também mostram um som mais ameno em suas músicas próprias. Antes de acabar o milênio, gravam Ignorance Is Bliss, onde se acentuam composições mais trabalhadas e com estilo delineado e compassado, perdendo um pouco da energia melódica Hardcore de músicas como "A-OK" e "Resignation". Recebem críticas paradoxais da mídia e dos fãs, alguns enobrecendo o "amadurecimento" da banda, e outros condenado sua perda de agressividade.

Reactionary(99) sôa como uma tentativa de agradar a todos, depois da decepção causada por Ignorance Is Bliss em parte de seus fãs. Aqui encontram-se faixas rápidas que nos remetem a "Big Choice" e "Face To Face", mas a predominância é do som mais melódico e menos rápido, mesmo sem perder o peso. "Icons" e "Best Defense", respectivamente, mostram essa ambigüidade dos caminhos musicais dos caras. Uma grande novidade na confecção desse cd foi o modo de escolha das faixas do mesmo, que se deu através de uma votação via-internet.

2002 é a data de lançamento do último cd de novas composições do Face To Face. How to Ruin Everything assemelha-se a Reactionary e é um bom disco. "Bill of Goods" e "The New Way" nos remetem imediatamente ao peso melódico do cd anterior. talvez por ser tão parecido e deixar uma idéia de que nada novo se pode acrescentar, How To Ruin Everything anuncia o fim da banda. Essa sensação de dever cumprido tranqüiliza os integrantes do Face To Face, possiblitando o fim calmo e sem brigas que a banda diz ter tido. Aos fãs fica um gostinho de quero mais aborrecedor, mas para isso teremos sempre os 7 bons álbuns que os caras gravaram. Vão em paz caras, e obrigado por tudo!

postado por: tenfootpole 9:39 PM Palpites:


Sexta-feira, Novembro 07, 2003

Coisas legais descobertas nos últimos dias:

-Pridebowl é bom pra caralho. Já tenho as músicas há algum tempo, mas só agora estou me fissurando nos caras. É ótimo escutá-los enqüanto se realizam as necessidades, basta botar num volume bem alto e deixar a porta do banheiro aberta. Recomendo fazê-lo de preferência quando estiver sozinho em casa, a não ser que tenha família flexível a odores e barulhos desagradáveis.

-Ler contos do Bukowski no ônibus é excelente, melhor ainda nos momentos em você não se segura, e atingido pela desilusão satírica do autor, solta uma pequena risadinha. Nesse momento, olhe para o lado e sempre há alguém te observando. O flagra, faz essa pessoa virar rapidamente.Embora ela tente demonstrar naturalidade, sempre gira a cabeça de forma rápida, como se nem estivesse curiosa pelo motivo do arroubo.

-A Feira do Livro reúne um número incrível de berrões, como fanáticos religiosos, opositores da RBS, do governo, do jurídico, etc. Para todo o berrão, há um bando de paspalhos desocupados, preocupados com o que ele tem a dizer;e de cada 10 berrões, 1 tem uma mensagem relevante, com algum conteúdo aproveitável.

-Os celulares da TIM são inúteis no corredor e nas salas do 1º andar da FAMECOS. Eles até pegam na radiofam, mas não ouse tentar telefonar do banheiro, onde não há serviço por parte da operadora.

-Já que falei da FAMECOS, alguém poderia me explicar por que há bancos no lado dos mictórios masculinos nos três banheiros do prédio 07? Será que há reuniões ali?ou alguém escolhe o local para dar uma cochilada depois do almoço? Deve ser ótimo aquele cheirinho inebriante de urina e merda, o único aspecto positivo é o silêncio, o máximo de ruído que pode haver é o mijo de alguém contra a água, essa em contato com a pia, ou então o sólido tombando na patente.


postado por: tenfootpole 1:46 PM Palpites:


Aos que gostariam de saber o que raios o Ten Foot Pole quis dizer quando inventou ADD, música que inspirou o título desse blog, esse site é uma boa pedida.

postado por: tenfootpole 12:45 PM Palpites:


Quinta-feira, Novembro 06, 2003

DOMINATRIX ADIADO

É, o show das meninas do Dominatrix foi adiado. De acordo com o atendente da Magazine Records, possivelmente para o dia 27. Outras fontes, porém, dizem que o evento se realizará dia 23. Futuramente publicarei aqui a data correta.

postado por: tenfootpole 5:05 PM Palpites:


Terça-feira, Novembro 04, 2003

DOMINATRIX EM POA!

E neste sábado, dia 8, haverá um show que vale à pena conferir. A banda Dominatrix, que toca um hardcore feminista bacana e com boas letras, vem para nossos domínios, prestigiem-nas.Ó o serviço:
08.11 - Porto Alegre - Guanabara Bar - Av. joão pessoa, 1355 Horário: 22h
Ingressos: 15$ na porta $10 antecipado na MAGAZINE RECORDS
Rua dos Andradas,1444 lj 09
c/ Sublevação Feminil, Baga Kaos e Girlish
info (51) 3367 59 62
Junto com as meninas também estará a banda The Haggard, que as acompanha na Turnê Brasil(2003).
Abaixo uma letra para você ter uma noção do que as garotas costumam abordar:

NO MAKE UP TIPS

i used to say that i was dumb i couldn't do the things he could.
but listen here you boy i don't need nothing from you.
don't buy a zine that says to you that you have to wear makeup.
dont buy a zine that says to you that you have to lose some weight.
they think that life's a surrender and so am i.
and i think it's time to make a choice - do something good in your life.
i need no boys - i can use my own mind. i need nothing from you. didn't learn anything today don't wanna go to school. i can learn with the news i can learn reading a book. don't buy a zine that says to you
"what's wrong about playing with boys".
dont buy a zine that says to you "the world is made of love and joy


postado por: tenfootpole 6:45 PM Palpites:


Vou repassar para vocês uma frase excepcional, que esse cidadão mandou por email:
"Eu bebo pouco, mas o pouco que bebo me transforma em outra pessoa, e essa outra pessoa sim, bebe pra caralho!"
Cara, concordo plenamente.

postado por: tenfootpole 6:32 PM Palpites:


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